Publicado em 05 jan 2026 • por Adersino Valensoela Gomes Junior •
Como a Educação pode conectar Ciência, Tecnologia e Consciência Ambiental
As transformações ambientais e o avanço tecnológico permitem maior compreensão da importância da fauna e do equilíbrio dos ecossistemas em um desafio cada vez mais urgente.
E quando a escola conecta ciência e inovação com acessibilidade, o aprendizado ultrapassa a sala de aula e ganha impacto social real.
A partir daí, nasceu o projeto ‘Fauna do Bioparque Pantanal: Em um clique, você pode deslumbrar’, desenvolvido por estudantes da Escola Estadual Teotônio Vilela, em parceria com o Bioparque Pantanal, em Campo Grande.
Pesquisa científica inovadora e acessível
O projeto visa investigar a fauna do maior aquário de água doce do mundo para o desenvolvimento de um aplicativo sobre a importância de cada animal no ecossistema.
A iniciativa foi selecionada por edital para integrar o Clube de Ciências do Bioparque Pantanal com atividades presenciais no parque temático e na unidade escolar.

Protagonismo e novas conquistas
A culminância dos projetos desenvolvidos pelo Clube de Ciência Teotônio Vilela em 2025 marcou o 2º Encontro de Iniciação Científica do Bioparque Pantanal, conhecido como ENICBIO.
Um trabalho fruto da dedicação dos estudantes Samuel Benitez, Anny Mariana e José Vinicius, que gerou ainda, reconhecimento estadual ao se tornar finalista da FETEC/MS 2025.
A conquista garante credenciamento para a Feira de Ciências, Tecnologia e Humanidade (FECRI) realizada no Vale do Cricaré, em São Mateus, no Espírito Santo.

Orientação pedagógica e parcerias
O projeto orientado pela coordenadora de Práticas Inovadoras, Eliene Garcete e pela coordenadora pedagógica, Geovana Santana, tem acompanhamento técnico de profissionais do Bioparque Pantanal e apoio da equipe gestora da escola.
Para Eliene, a experiência reforça o papel da escola pública na formação científica dos estudantes.
“Projetos assim mostram que a iniciação científica na escola pública desperta o conhecimento e pode transformar realidades”, afirma a coordenadora.
A iniciativa tem, ainda, a supervisão da bióloga do Bioparque Pantanal, Adrieli Marcacini, do técnico Eduardo Coutinho e da coordenadora do Clube de Ciências do aquário, Thuany Rezende.
O diretor da escola, Valter Jerônimo, ressalta que “o projeto é um exemplo de educação científica e de conexão entre escola, tecnologia e preservação ambiental. ”

Educação com reconhecimento
Como parte da celebração, estudantes e professores comemoraram no restaurante Coco Bambu Campo Grande, uma empresa apoiadora desta parceria entre educação, ciência e sociedade.
Gilberto Junior, SED
Fotos: arquivo escolar