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O uso da pragmática nas aulas de Língua Portuguesa, por Vera Lucia de Paula Braga
23/02/2006 | Maria Matheus de Andrade
Vera Lucia de Paula Braga
 
Palavras-chave: Pragmática – Produção textual – reflexão
 


Resumo: A aplicação da Pragmática nas aulas de língua portuguesa ou qualquer outra, pode ser um instrumento de inclusão do aluno ao mundo dos significados, o que poderá ser de grande valia na interpretação e produção de textos, porém, muito mais que isso, servirá de “ponte” para o discernimento das transformações que se processam ao seu redor, influindo na sua visão de mundo e na sua capacidade transformadora.


INTRODUÇÃO

Recentemente muito se tem falado em trabalhar mais profundamente a “significação”. A leitura não deve se restringir à linearidade, o aluno deve ser levado a entender o que está implícito nos textos, a ler nas entrelinhas qual é a intenção do autor, identificar as diversas tipologias textuais, criticar, corroborar, enfim, deixar de ser um leitor passivo, obrigado a aceitar tudo que lhe é oferecido por imposição.
Conforme Sena (2001:51):

“Já no que diz respeito à leitura e ao estudo de texto, o que se vê é a leitura pela leitura e a preocupação de que a chamada interpretação se restrinja apenas à transcrição e à paráfrase (quando muito), como se, ao fazer uma leitura linear ou ao transcrever partes do texto lido para o seu caderno, o aluno estivesse empreendendo uma verdadeira aprendizagem. (...). A ele não é dada a oportunidade de divergir nem de questionar as contradições, muito menos de subverter o pacote que lhe é imposto.”

É óbvio que atuando dessa forma, o que se conseguirá é um aluno alienado, com uma visão de mundo bastante estreita, uma vez que não é desafiado a fazer uso do raciocínio. Existem fatores semânticos e pragmáticos que precisam ser trabalhados, para que esse aluno possa perceber a grande variedade de fatores que atuam no sentido das palavras e que muitas vezes se encontram implícitos; não são percebidos através da leitura linear. O que realmente importa é alcançar o objetivo, ou seja, fazer com que os alunos façam suas próprias inferências através da percepção dos recursos empregados pelo autor, o grau de relevância e a maneira como influenciaram na leitura e compreensão do texto, evitando que continuem simplesmente a parafrasear, omitindo sua opinião particular e perceptivelmente diferenciada de aluno a aluno.

Esse é o objetivo principal do presente trabalho, pois é grande a nossa preocupação com a produção de textos dos alunos, tanto do Ensino Fundamental como do Ensino Médio, uma vez que as estatísticas nos mostram um quadro lamentável, mas não irreversível: a grande maioria simplesmente não consegue entender o que lê ou ouve e como conseqüência, não consegue produzir um texto coeso e coerente.

Pesquisando o assunto, encontramos sugestões de que a utilização, em sala de aula, da Semântica e da Pragmática, trabalhadas em conjunto com a gramática, pode tornar possível o amadurecimento intelectual desses alunos, não somente quanto à compreensão e produção textual, mas também quanto à sua forma de ver o mundo ao seu redor, e nele agir, exercendo de fato, sua cidadania.

E A GRAMÁTICA NORMATIVA?

Não se pode negar a importância da gramática, como também não se pode negar ao aluno a apropriação desse conhecimento. Cabe ao professor fazê-lo perceber a importância de se usar adequadamente a forma culta da língua pois as pessoas com irá conviver, seja na escola, em estudos posteriores, seja no trabalho, ou até no círculo de amizades, serão de diversos níveis culturais; então, ele tem que ser preparado para esses relacionamentos.
De acordo com Possenti (1998:17):
“(...) O objetivo da escola é ensinar o português padrão, ou talvez mais exatamente, o de criar condições para que ele seja aprendido. Qualquer outra hipótese é um equívoco político e pedagógico.”

Ora, se o aluno for induzido gradativamente a adquirir uma forma não mais passiva, mas crítica de analisar as mensagen, verbais e não verbais, que lhe chegam numa velocidade assustadora e em quantidade impressionante nessa atual sociedade tecnológica, estará cada vez mais capacitado para separar o “joio do trigo”. Em outras palavras, estará mais apto a discernir entre o falso e o verdadeiro, a utopia e a realidade, o político e o demagogo, enfim, aquilo que está  bem ou mal intencionado. Se tiver consciência, de que existem fatores semânticos e/ou pragmáticos, mesmo desconhecendo essa nomenclatura, assumirá com certeza, uma posição qualquer diante de algum fato, de acordo com suas convicções, não mais sendo ludibriado por mensagens deliberadamente elaboradas para persuadí-lo ou enganá-lo.

Isso não significa que se deva excluir o ensino da gramática das aulas de língua portuguesa ou estrangeira. O aluno deve conhecer as diversas variações da língua e saber utilizá-las adequadamente, pois, embora isso seja injusto, ouvimos sempre falar de discriminações devido aos desvios lingüísticos. Então, o professor deve ter o compromisso pedagógico de tornar possível esse conhecimento, sem menosprezar a linguagem coloquial, fazendo com que o aluno seja instigado a exercer sua competência lingüística, por meio de reflexões e inferências, e nesse âmbito, trabalhar a gramática concomitante aos fatores semânticos e pragmáticos.

Sabemos também, que é possível, e até mais proveitoso para o aluno, assimilar as regras gramaticais, quando elas são trabalhadas dentro de um contexto, principalmente se esse contexto fizer parte do seu universo familiar.

O QUE DIZEM OS LINGÜISTAS SOBRE A PRAGMÁTICA?

Sempre houve uma grande preocupação, por parte do homem com a linguagem. Já na Grécia antiga, os filósofos se questionavam sobre os “significados”. Porém, foi somente no século XX, que  o estudo da linguagem passou a ter forma científica. Surge então a Lingüística Moderna, tendo como “Pai” o suíço Ferdinand de Saussure, cuja proposta era que a língua devia ser objeto específico de estudo da Ciência. Segundo ele, a língua é um “sistema de signos”, ou seja, é um conjunto de partes organizadas como um todo. Muitos outros lingüistas se seguiram a Saussure, e a Lingüística passou então, a ter várias divisões: Fonética, Fonologia, Morfologia, Sintaxe, Semântica, Análise do Discurso, Pragmática, Sociolingüística, etc.
Surgiram umas após as outras, diversas teorias para explicar os fenômenos da língua. Cada qual trouxe suas contribuições à compreensão desses fenômenos, mas como acontece com todas as teorias, geraram e geram polêmicas até hoje.

A Teoria dos Atos de Fala, tendo como pioneiro J. L. Austin, seguido por Searle, Strawson e outros, entende a linguagem como forma de ação: “todo dizer é um fazer”. Segundo Searle, os atos locucionários, ilocucionários e perlocucionários acontecem simultaneamente, mas o ato perlocucionário pode ou não surtir efeito, uma vez que depende da reação do “outro”. Não obstante, a teoria dos atos de Fala recebeu inúmeras críticas e reformulações, principalmente porque estuda os enunciados isolados, portanto, sem levar em conta o contexto em que ocorrem.

Já, a teoria da Atividade Verbal, afirma que a linguagem é uma atividade social e sempre acontece com um objetivo principal, carrega em si uma finalidade. Segundo ela, toda atividade lingüística é composta por um enunciado, que foi elaborado a partir de um propósito, com vistas a atingir um determinado objetivo, mesmo que sob certas condições, bem como as conseqüências que decorrem do objetivo alcançado. Ora, a Pragmática tem por objeto a linguagem em prática, em ação, e portanto prioriza a fala, ou melhor dizendo, os atos de fala, mas levando em consideração tanto o locutor como o interlocutor, assim como o contexto em que ocorrem.

Dentro da Pragmática, vamos nos deparar também com as implicaturas de Grice. Segundo ele, as “conversas” se traduzem em verdadeiros esforços cooperativos. Para que a comunicação seja bem sucedida, contudo, há estratégias que podem, do mesmo modo ser nominadas de máximas e correspondem à qualidade, quantidade, relevância e ao modo como é transmitida a mensagem.
Todas essas teorias causaram muita celeuma entre os lingüistas, mas o que realmente é defendido por muitos, é a contribuição que a Pragmática poderá trazer se for aplicada nas aulas de Língua Portuguesa ou Estrangeira, mais precisamente no que se refere à compreensão e produção de textos, uma vez que, apesar das críticas, a escola ainda hoje, privilegia a gramática tradicional.

O ENSINO DA LÍNGUA COMO TEM SIDO ATÉ HOJE

As aulas de português são criticadas por alguns alunos, que as acham enfadonhas e intermináveis. Infelizmente isso se faz refletir nas “notas” obtidas por grande parte deles, que, se não reprova, carrega para as séries subseqüentes, as mesmas dificuldades. Mas por que o aluno tem tanta dificuldade? E de quem seria a culpa pela falta de estímulo?

Acreditamos que o grande vilão é a forma como tem sido o ensino da língua portuguesa quanto à produção de textos até agora. A ênfase sempre esteve na gramática, visto que o objetivo principal é fazer com que o aluno se aproprie dos conhecimentos exigidos pela norma culta da língua. Então, o papel do professor ou professora de português tem que se valer dos ditames do livro didático, exercícios mecânicos e leituras totalmente destituídas de objetivos pedagógicos preestabelecidos.

Tais procedimentos, certamente não desenvolverão no aluno a habilidade oral e escrita. Não há interação, e isso impossibilita o aluno de perceber o poder que a língua pode ter como instrumento de libertação ou mesmo de opressão no meio em que vive. Afinal, não é a linguagem o meio de comunicação que mais utilizamos para expressar os nossos sentimentos, emoções, ressentimentos ou mágoas, e também para demonstrar os nossos conhecimentos?

Com efeito, a língua é um instrumento de poder! Poder de discriminar, de persuadir, seja negativa ou positivamente, de influir diretamente no comportamento ou nos valores já preestabelecidos pelo locutor. Sendo assim, a escola, atuando tradicionalmente, exigindo que professores e professoras sigam à risca as orientações pedagógicas de um ensino centrado na gramática, “rouba” do aluno a possibilidade de refletir, opinar, formar suas próprias inferências, e agir. Faz-se necessário valorizar a oralidade do aluno.

NA PRÁTICA

Mas como ensinar Pragmática? Como fazer com que o aluno reconheça os fatores pragmáticos constantes num determinado texto? Bem, sabemos que as pessoas ao se comunicarem, utilizam certas regras de conduta, visando a eficácia da mensagem, ou seja, interagem, perguntando e respondendo, esperando a vez de falar e assim por diante. Mas, e quando nos deparamos com um texto escrito? Então a interação tem que existir entre o leitor e o autor. Isso só será possível se a leitura for trabalhada numa perspectiva comunicativa. A leitura tem que ser um processo de busca, e o texto a ser trabalhado tem que possibilitar uma espécie de diálogo com o leitor, principalmente deve estar ao nível lingüístico e cultural do aluno, para que haja uma certa aceitabilidade.

Partindo daí, podemos começar levando o aluno a identificar o tipo de texto e, mesmo sem utilizar a nomenclatura oficial, colaborar para que consiga identificar, por exemplo, a intenção do autor; a carga de informação que o texto traz, ou seja, as informações necessárias e pertinentes que o texto pode ter; a intertextualidade, etc.

Bem, procuramos trabalhar um pequeno texto, numa sala de 7a. série, bem de acordo com o universo dos alunos, “tentamos” incluir a Pragmática na análise do texto, procurando instigá-los sutilmente, a descobrir alguns fatores pragmáticos constantes no mesmo. A tentativa, podemos dizer, sem sombra de dúvida, foi bastante proveitosa, o que reforça a nossa convicção de que este pode realmente ser um dos caminhos viáveis que contribuirão para melhorar a capacidade interpretativa e produtiva dos nossos alunos.

Vejamos o texto e os resultados obtidos:

Curiosidades sobre o tomate
O tomate é um dos frutos mais conhecidos no mundo. Quase cem milhões de toneladas são colhidos anualmente, ultrapassando em muito o total das outras frutas de grande importância comercial (como maçã, banana, uva e laranja).
Embora o tomate seja às vezes chamado de hortaliça, botanicamente ele é classificado como fruto, pois é a sua parte comestível que contém sementes (nas hortaliças, geralmente as partes comestíveis são o caule, as folhas e as raízes).
Segundo The Guinness Book of Records, o maior tomate de que se tem registro pesava 3,5 quilos e foi cultivado em Oklahoma, EUA.
Fumar perto dos tomateiros ou antes de manuseá-los pode prejudicar as plantas. O tabaco contém um vírus a que o tomateiro é suscetível.
Além de conter vitaminas A e C, o tomate é rico em licopeno, um antioxidante. Pesquisas sugerem que uma alimentação rica em tomate pode ajudar e reduzir o risco de câncer.
(Revista Despertai, julho de 2002; p. 27. São Paulo)

Logo após uma primeira leitura silenciosa, procedemos a leitura mais aprofundada, e após termos escrito no quadro os diversos tipos de textos que existem, começamos a instigá-los a responder algumas perguntas. No princípio, muito timidamente, mas logo em seguida, depois de sentirem mais seguros devido às “pistas” ou organizadores prévios que utilizamos, houve uma participação mais eloqüente.

Começamos perguntando se o texto era um poema ou se estava escrito em prosa; se era um texto literário, publicitário, religioso, jornalístico, etc. A maioria concluiu que se tratava de um texto informativo. Perguntamos a seguir sobre a intencionalidade do autor, se o que pretendia era realmente informar ou se havia alguma outra intenção subentendida. A opinião geral foi de que o autor pretendia apenas levar ao conhecimento público, algumas curiosidades sobre o tomate e também advertir sobre o vírus do tabaco, ao qual o tomateiro é suscetível.

Perguntamos então se o que o autor mencionava no texto poderia ser considerado como verdade ou se a informação era fictícia. Alguns responderam que nunca tinham ouvido falar a respeito da doença provocada pelo vírus do tabaco, mas acreditavam, uma vez que sabem da existência de vários tipos de vírus que atacam as plantações, e que já tinha, estudado sobre isso, embora ninguém soubesse exatamente o que significava ser um antioxidante, mas que iriam perguntar ao professor de Ciências.

Houve uma breve discussão sobre o maior tomate de que se tinha conhecimento, com a participação de um aluno (engraçadinho) dizendo que o tomate devia ser de Itu, e não de Oklahoma. Houve também quem dissesse que ao falar sobre o fato de o tomate reduzir o risco de câncer, poderia ser apenas uma informação útil aos consumidores, mas também estar contida na informação, uma tentativa de persuasão do leitor em consumir mais, o que poderia caracterizar a tática de um produtor para vender mais tomates, (ambigüidade). Também foi comentado o fato de o caju, bastante comum em nossa região, não ser considerado uma fruta, e que a verdadeira fruta é a castanha. Foi a “deixa” para falarmos sobre intertextualidade.

Começamos perguntamos se eles conseguiam visualizar alguma referência a algum outro texto dentro do que haviam acabado de ler. Alguns disseram coisas que nada tinham a ver com o texto, outros porém, disseram que havia uma certa relação com estatística, comércio, que eles estudam em Geografia; que fala do Guinness Book of Records, cujas palavras estão em Inglês; que também faz intertextualidade com Ciências, ao falar sobre botânica, vitaminas e, sobre saúde e câncer, enfim, que há referência à várias disciplinas (interdisciplinaridade).

Puderam inferir que as informações eram relevantes, pois estavam aprendendo algo mais sobre o cultivo de hortaliças e frutas cuja prática faz parte do dia-a-dia deles, e que por isso, houve aceitabilidade, devido a fatores, como contextualização, conhecimento prévio do assunto e grau de informatividade do texto.

Enfim, embora como dissemos anteriormente, alguns fatores pragmáticos foram trabalhados superficialmente no texto, mas já foi o bastante para despertar no aluno um interesse maior pela leitura em si, e, segundo eles próprios: “dessa forma fica mais fácil entender o que se lê”. Sabemos que se tratava de um texto bastante simples e de fácil entendimento, mas sabemos também que a “prática faz a perfeição”, (ditado popular muito utilizado, entretanto perfeitamente cabível em nossa explanação).

À medida que a capacidade de interpretação for ficando mais desenvolvida, é possível também, aumentar o grau de complexidade dos textos e aprofundar as explicações sobre os fatores pragmáticos que atuam no sentido das palavras. A experiência só veio reforçar a nossa vontade de fazer algo diferente que beneficie o nosso alunado quanto à compreensão e produção textual e acreditamos que esse é um caminho bastante promissor.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Diante do exposto, pudemos constatar a importância de se trabalhar Pragmática nas aulas de Língua Portuguesa e como isso poderá influenciar na forma como o aluno irá se portar diante das mais variadas situações que se lhe apresentem, uma vez que se habituará a procurar o que se esconde por trás das evidências, não mais agindo passivamente.

Concluímos também que a Gramática Normativa não teria que ser relegada a um segundo plano, e muito menos perder o valor que realmente tem, mas que poderia ser trabalhada de maneira completamente diferente de como tem sido até hoje em grande parte das nossas escolas, ou seja, priorizando os valores pragmáticos e semânticos, mas trabalhando a norma culta dentro desse contexto.

Com efeito, se houver uma tomada de consciência (e capacitação) por parte dos professores e professoras de Língua Portuguesa, e até mesmo de Língua Estrangeira, quanto à importância da inclusão da Semântica e Pragmática nas aulas de leitura e interpretação, teremos um aluno mais crítico, mais consciente do seu papel na sociedade e em condições de nela atuar.

REFERÊNCIAS

BAGNO, Marcos. Dramática da língua portuguesa. São Paulo: Loyola, 2000.
BAKTIN, Mikhail. Marxismo e filosofia da linguagem. São Paulo: Hucitec, 1999.
FIORIN, José Luiz. (org.) Introdução à Lingüística I. Objetos Teóricos. São Paulo: Contexto, 2002.
KOCH, Ingedore Grunfeld Villaça. Argumentação e linguagem. São Paulo: Cortez, 1984.
Koch, Ingedore Grunfeld Villaça; TRAVAGLIA, Luiz Carlos. Texto e Coerência – 5. ed. – São Paulo: Cortez, 1997.
NEVES, Maria Helena M. Gramática na escola. São Paulo: Contexto, 1999.
ORLANDI, Eni Pulcinelli. O que é Lingüística. São Paulo: Brasiliense, 1999.
POSSENTI, Sírio. Por que (não) ensinar gramática na escola. Campinas: Mercado de Letras, 1998.
REVISTA DESPERTAI. São Paulo: Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados, Julho de 2002. (p.27).
SENA, Odenildo. Palavra, Poder e Ensino da Língua. Manaus: Valer, 2001.




 
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